“Não somos o início. A resistência nos foi herdada. Em rodas, em redes, nossos saberes diversos se proliferam em tecnologias múltiplas. Nós prosseguimos, e cada vez mais fortes! Falar em Memória Climática das Favelas, portanto, é pormos os dedos (juntos) numa ferida crônica de nosso país. Ferida que não precisa ser perpétua, porque estamos aqui existindo com elaboração de soluções. Nossa memória, ninguém nos tira! Ela é nosso jeito de fazermos, de sermos seres sociais, sermos cultura e colaborarmos para um mundo mais saudável e justo.” — Barbara Nascimento, Núcleo de Memórias do Vidigal, lendo texto curatorial do lançamento da exposição Memória Climática das Favelas